Friday, December 22, 2017

A ESCOLHA DE ESTER


Sempre gostei muito da história de Ester. É uma personagem que ainda hoje marca a minha vida com Deus e volta e meia penso nela. Podia ser apenas a história de uma mulher bonita que se tornou rainha, mas Ester foi muito mais do que isso. Um exemplo de resiliência, determinação, coragem, humildade, honra, sabedoria, estratégia... Uma mulher que tinha tudo para ser amarga, deprimida, revoltada. Uma mulher que era humana, limitada, certamente com muitos defeitos, mas que não deixou que o seu passado determinasse a sua identidade e ditasse o seu futuro

O livro de Ester é muito rico e apesar de nunca mencionar o nome de Deus, podemos perceber a Sua ação do início ao fim da história. É assim também na nossa vida muitas vezes, não é? Quando Ele está em nós, às vezes mesmo sem mencionar o Seu nome, podemos percebê-Lo em acontecimentos, em conversas, em conselhos, até num abraço... 

Há várias lições para a vida cristã no livro de Ester, recomendo que o leiam se ainda não tiveram oportunidade, mas hoje quero partilhar convosco alguns aspetos em particular presentes no capítulo 2, que me vieram à mente e ao coração durante as férias, enquanto conversava com o Pai. 

Era uma vez uma menina judia chamada Hadassa. Depois de perder os seus pais, é adotada pelo seu primo Mardoqueu, um judeu da tribo de Benjamim, que tinha sido levado para o exílio pelo rei Nabucodonosor. 

Hadassa era o seu nome de nascimento, mas na Pérsia a menina recebeu o nome de Ester. O nome Hadassa tem origem no hebraico Hadassah, derivado da palavra hadas, que quer dizer "mirto" ou "murta". Murta é um arbusto com origens na Europa e norte da África com folhas conhecidas por exalarem um cheiro agradável quando são esmagadas. Interessante, não acham? Quantas vezes temos sido esmagados pelas circunstâncias, tal como aquela menina. No caso dela a orfandade, o sair da sua casa, do seu conforto, de tudo o que conhecia, para ir viver num lugar estranho, educada num país que não era o seu, com uma língua e uma cultura que não era a sua, por um familiar que não era o seu pai. Ester foi esmagada, mas dela eventualmente exalou um cheiro agradável. Será que connosco tem acontecido o mesmo? Quando somos esmagados por situações que não podemos controlar, retirados do conforto e daquilo que conhecemos, o que revela o nosso coração? Tenho aprendido que a dor é necessária, mas ela precisa de ser processada e vivida, para chegar ao momento em que se transforma em cânticos de adoração. Nem sempre é fácil, mas tenho descoberto que o sofrimento é transformado quando conseguimos agarrar nele e depositá-lo aos pés de Deus. A nossa alma abate-se, mas se deixarmos, o bálsamo de Deus vem sobre nós e cura-nos. 

Ester significa "estrela" e foi isso mesmo que a heroína da nossa história se tornou. Como uma estrela, ela brilhou apesar do seu passado. Ela iluminou apesar da sua dor. Ela dirigiu apesar das circunstâncias adversas. Será que conseguimos fazer o mesmo? Agarrar no nosso nome, na identidade que nos foi dada, muitas vezes tão diferente daquela que Deus nos deu, e transformá-la para a Glória Dele? Na nossa força dificilmente, mas em Deus, na força do Seu poder, certamente. Ele é o único capaz de transformar um passado cinzento num futuro brilhante.  

Isto é um aparte, mas eu acho fantástica a importância que a Bíblia (e na verdade os judeus) atribui ao nome. Devíamos aprender com isto, afinal o nome é uma parte importante da nossa identidade. Inclusivamente vemos Deus mudar o nome de algumas pessoas como que marcando um antes e um depois na sua história. Recentemente fui pesquisar a origem do meu nome e descobri que afinal Diana não é só uma referência à deusa da caça, mas significa "divina" ou "aquela que ilumina". Muito melhor, não? (: Quando pensarem no nome dos vossos filhos tenham isso em consideração, lembrem-se que eles vão carregar essa identidade para o resto da vida.

Voltando à nossa história, e abreviando-a: o rei Assuero da Pérsia zangou-se com Vasti, rainha-consorte, e decidiu que ela já não era digna desse lugar. Repudiou-a, seguindo a sugestão dos seus conselheiros e decidiu arranjar outra mulher para o lugar.

O rei Assuero, ou Xerxes I como é historicamente conhecido, era herdeiro do maior império do seu tempo, o Império Persa e apesar de ser tido pelos relatos históricos, como um homem bonito para a sua época, era também um rei egocêntrico e até vingativo, de temperamento colérico e sensual.

Este rei manda então reunir todas as donzelas (virgens, leia-se) do reino e trazê-las para o palácio para uma espécie de casting. Aquela que lhe agradasse receberia o título de rainha. As outras, bom, digamos que não regressavam a casa... A poligamia e os haréns eram características comuns da cultura persa, pelo que, uma vez escolhida a rainha, as outras passariam a viver como concubinas do rei (Et 2:14) que é como quem diz escravas, sem grandes direitos, nem sobre o seu corpo, nem sobre os seus filhos.

Pelo que lemos em todo o livro parece-me claro que Ester foi ensinada a temer e a adorar a um único Deus, o Deus de Abraão, Isaac e Jacó. Mardoqueu tê-la-á ensinado a Lei do Senhor e os seus princípios e não devia ter em mente casá-la com alguém que não fosse igualmente judeu (apesar de estarem longe de casa), como era costume do seu povo. No entanto, os caminhos de Deus são mais altos do que os nossos e Ester tem agora o seu destino traçado. Se não fosse escolhida para ser rainha, os esforços de Mardoqueu na sua educação de pouco lhe serviriam, porque ela passaria a ser uma concubina. Podia ser até este o desejo de muitos naquele tempo, já que isso significaria viver no meio do luxo que a corte persa implicaria, mas um servo do Deus Altíssimo não desejaria isso para a sua filha.

É este contexto que temos, e é neste contexto que Ester chega ao palácio persa. Imagino a cena, a miúda devia estar em pânico, talvez com um misto de emoções, com curiosidade por conhecer o rei e a vida num palácio, claro, afinal ela era humana, mas ao mesmo tempo, com muito medo. Certamente com muita ansiedade, dúvida, desespero. Não sei, mas isto não é um conto de fadas malta, ela não foi ao baile qual cinderela a dançar com o seu príncipe encantado. Ela era uma jovem a ser tirada à força da família, mais uma vez... mais uma vez Ester era retirada do seu conforto, do seu lar e era colocada num meio estranho e hostil, cheio de intrigas e rivalidade. Só posso imaginar aquilo que ia na cabeça dela e no seu coração, o horrível conflito interior. 

Quando a ordem do rei foi tornada pública, numerosas jovens foram levadas a Susa e reunidas no harém à guarda de Hegai. Ester encontrava-se entre elas. Hegai gostou muito daquela jovem e por isso lhe destinou imediatamente os produtos de beleza e alimentação especial e lhe deu sete das melhores empregadas da casa real, para a assistirem. Foram-lhe ainda dados os melhores aposentos do harém, para ela e para as suas empregadas. Ester 2:8,9

Ester causou uma boa impressão. Ela era esbelta e formosa (vs.7), mas certamente haveria mulheres igualmente bonitas no meio do harém, por isso acredito que foi mais do que a beleza que a destacou das demais. Já referi atrás a educação judaica de Ester. E, ao contrário do que possamos pensar, na época bíblica, as mulheres eram ouvidas, respeitadas e admiradas. Isso mudou mais tarde, mas havia mulheres profetisas e juízas. As mulheres tinham voz, tanto no campo privado como no público. (*) Então acredito que Ester fosse uma jovem educada, humilde no trato, ensinada a servir e a honrar, mas também uma mulher inteligente e com carisma.

Facto é que Hegai (decorem este nome), o eunuco responsável pela guarda e preparação das jovens que iam chegando ao palácio, reparou nela e lhe deu um tratamento especial. Ele foi produtos de beleza, ele foi alimentação especial (deviam ser os produtos bio lá do sítio) e, como se não bastasse, ainda lhe arranjou umas assistentes pessoais. Estava o caldo entornado... Ester ainda agora tinha chegado e já era a preferida, o que era maravilhoso e péssimo. Se por um lado ela se terá sentido acarinhada e honrada, por outro, as outras jovens não devem ter achado piada nenhuma. É quase certo dizer que Ester ainda não era rainha, mas já era alvo de muita inveja.

O tratamento de beleza devia prolongar-se por um ano, incluindo seis meses de massagens com óleo de mirra e seis meses com óleo de bálsamo e outros produtos apropriados. Et 2:12

Um ano no palácio, a ser tratada como uma rainha, massajada com os melhores óleos. A mirra possui propriedades terapêuticas. Ação antisséptica, anti-inflamatória, antibacteriana e descongestionante, adstringente, curando feridas.Acredita-se que tenha efeito revigorante, combatendo a fraqueza, a apatia e o desânimo. 

Já o óleo de bálsamo possui ação cicatrizante e emoliente, além de atuar em vários tipos de inflamações, de pele e do próprio corpo. 

Uau! Ester não foi só sujeita a um spa de beleza, ela foi imersa num tratamento que visava tratar não só o seu exterior, mas também o seu interior. Uma rainha não se faz apenas de roupas bonitas e às vezes nós não entendemos que no processo de preparação em Deus, também precisamos deste tratamento. O Espírito Santo faz também isto connosco. Ele limpa-nos e purifica-nos de dentro para fora. Ele sara as nossas feridas, amacia as nossas defesas, desintoxica a nossa alma, desinflama o nosso coração, fortalece-nos e anima-nos. 

Quando chegava a sua vez, cada jovem era conduzida à presença do rei. Nesse dia, ao passar do harém ao palácio, podia levar consigo tudo o que ela desejasse. vs 12,13
Quando chegou a vez de Ester, (...) para ir ao rei, coisa nenhuma pediu senão o que indicou Hegai, eunuco do rei, guarda das mulheres. Mas Ester alcançava graça aos olhos de todos quantos a viam. (...) E o rei amou a Ester mais do que a todas mulheres, e ela alcançou graça e favor diante dele mais do que todas as virgens; de sorte que lhe pôs sobre a cabeça a coroa real, e a fez rainha em lugar de Vasti. Et 2 16,17

Quando leio Ester vejo Hegai como um tipo do Espírito Santo. Ele cuidou de Ester, protegeu-a e dirigiu-a dentro do palácio, para que ela não se deixasse distrair ou se perdesse no meio de tudo aquilo. E como seria fácil aquela jovem, mulher, humana, órfã, refugiada, deixar-se levar pelos tesouros, pelo luxo da vida no palácio. Se não fosse Hegai, talvez Ester tivesse perdido o rumo e se tivesse deixado seduzir pelo óbvio... Pelo facilitismo, pelo conforto. Ou, ao contrário, talvez Ester se deixasse engolir pela pressão e se entregasse ao medo e ao desespero de não voltar a ver a sua família.

Também não é assim connosco tantas vezes? Temos constantemente diante de nós dois caminhos e a nossa vontade humana é seguir o mais fácil, o menos doloroso, o mais confortável. Mas nem sempre o que queremos é o que precisamos. Não sei em que momento da tua vida te encontras, nem quais são as escolhas que precisas de fazer, mas o Deus a quem Ester servia é o mesmo hoje e para sempre. Estejas tu ser seduzido/a pelo facilitismo ou a ser quase engolido pelo medo, Ele ainda te sustenta e ainda te ajuda. Deixa-O ajudar-te. Deixa-O guiar-te. O teu destino é o trono. Não te distraias, não queiras ser igual a todos os outros que estão na "corrida". O que te fará chegar ao teu destino é a tua singularidade, aquilo que Deus colocou dentro de ti e que é só teu.

Hegai teve um papel fundamental na vida de Ester, assim como o Espírito Santo tem hoje um papel determinante na nossa, ao nos ajudar a escolher bem, a priorizar as coisas certas, mesmo no meio de circunstâncias assustadoras. O futuro de Ester estava em jogo. Se ela não se tornasse rainha, tornar-se-ia escrava. 

O que está em jogo na tua vida, na tua história? Estamos quase a terminar o ano. O que é que te tem sido colocado diante dos olhos? Quais são as escolhas que precisas de fazer? Que desafios que tens diante de ti?

No momento da verdade, ao encontrar-se com o Rei, e com o seu futuro, Ester seguiu o conselho de Hegai. Talvez ela tenha vacilado por momentos. Será que Hegai tinha razão? Ela confiou a sua vida nas mãos daquele eunuco. Diz que ela pediu somente o que ele lhe indicou. E se ele estivesse errado? 

A vida dela estava nas suas mãos. E a nossa? Será que nós confiamos a nossa vida totalmente a Deus? E se o conselho Dele parecer loucura, tu vais confiar-Lhe a tua vida? 

Não sei o que Ester pediu, mas da forma como a frase está formulada, está implicito que ela não pediu nada do que as outras mulheres provavelmente pediram. O verso 12 diz-me que ela poderia pedir tudo quanto quisesse, tesouros, jóias, mas não, Ester não foi igual às outras e também por isso alcançou o favor real e se tornou rainha. 

Não te deixes influenciar pelo aparente conforto da tua posição. Não escolhas os tesouros mais óbvios. Deixa-te guiar por Aquele que sabe exatamente o que agrada o Rei. Deixa-te guiar pelo Espírito Santo e escolhe o presente mais precioso, que fará de ti única, especial, e que marcará a diferença entre ti e as outras "candidatas". 

Não te deixes deslumbrar pelo ir somente para o palácio e ficar lá um ano a ser bem tratada. Há muito mais além disso. Ambiciona chegar ao fim da linha e ser coroada rainha. Há um trono à tua espera. Mas o trono traz um preço de responsabilidade. Estás pronta/o a assumi-lo? O trono exige muitas vezes dar mais do que receber. Exige muitas vezes o teu tempo, a tua disponibilidade. Exige a tua Graça para com outros. O teu Amor. O trono exige muitas vezes ceder, perdoar, e pedir perdão. E o trono muitas vezes vai-te levar a tomar decisões impossíveis. 

Assim foi também com Ester. Já no trono ela foi novamente confrontada com uma escolha difícil: ficar no alto da sua posição confortável de rainha, ou assumir a sua identidade e salvar o seu povo do extermínio. Sabem, é fácil esquecermo-nos quem fomos quando estamos confortáveis. E é muito difícil abdicar desse conforto conscientemente. Mas foi isso mesmo que Jesus fez. Bem como os Seus discípulos, que se tornaram apóstolos do Evangelho. Foi isto que foi pedido a Ester e é-o também a nós. 

A rainha vacilou por momentos. Leiam a história. Ela teve medo. Não se queria meter, não queria complicar a sua vida. Já passaram por isso? Às vezes só queremos ficar quietinhos, está tão bom assim... "porque é que nos vamos meter na confusão? Ainda sobra para nós..." Conhecem este discurso? Às vezes é mais fácil ignorar, fingir que não vemos. É mais cómodo não nos envolvermos. É até politicamente correto diante de muitos. Mas Jesus não se preocupou com o politicamente correto. Jesus preocupou-se com vidas, com pessoas, com gente como tu e como eu. Ele envolveu-se e por causa disso, nós hoje podemos alcançar a vida Eterna e chamar Deus de Pai.  

Felizmente, alguém surgiu na vida da rainha Ester para a relembrar quem ela era. No princípio, quando ela era apenas uma candidata a rainha, foi Hegai que a guiou, agora surge o primo que a criou - Mardoqueu. 

Deus é maravilhoso. O Espírito Santo que habita em nós está sempre a alertar-nos e a aconselhar-nos. O Seu papel é lembrar-nos da Palavra, do Caminho, Ele é o nosso mapa, o nosso GPS, mas Deus move-se também através da instrumentalidade de pessoas, como Mardoqueu e Hegai. Quando é necessário, Ele usa alguém para nos relembrar quem somos, para nos apontar o caminho e não nos deixar distrair ou desistir. Deus levanta sempre as pessoas certas, na hora certa, para garantir que temos o apoio necessário para cumprir aquilo para que fomos chamados. 
É por isso que é tão importante estar rodeado de pessoas que nos conhecem, que amam a Deus e que oram por nós. Em momentos-chave esses vão ser os Mardoqueus da nossa história.  

Este homem, servo de Deus, aparece na história num momento crucial, para trazer à memória da rainha Ester que ela é Hadassa. O rei fez dela uma "estrela", mas no seu ADN ela é também "murta", aquela que quando esmagada exala um cheiro agradável. 

Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? Ester 4:14

Não te esqueças de quem és. O trono pode dar-te poder, conforto, mudar a tua roupa, a tua conta bancária, o teu aspeto físico, mas não permitas que ele mude a tua identidade. O trono na tua vida não é um fim em si mesmo, mas um meio.  

Ester compreendeu isto. Naquele momento Ester entendeu que ser rainha não era apenas uma posição, mas uma missão.  A sua posição colocou-a num lugar de "estrela", mas a sua missão levava-a para o lugar de "murta". E Ester escolheu o melhor. Ela sacrificou-se. A sua decisão foi firme e sem volta. Ester arriscou a sua vida para interceder junto do rei pelo seu povo, o povo judeu. E mais uma vez Deus honrou-a pela sua decisão. Ela achou favor junto do rei e o seu povo foi poupado.  

Deixa que Deus te conduza à tua missão. Ele usa a dor. Ele usa o medo. Ele usa pessoas difíceis. Ele usa isto tudo para fazer de ti aquilo que Ele já viu que tu és. O caminho não é fácil, às vezes tropeçamos, outras caímos, outras ainda somos a causa do tropeço de outros, mas o Espírito Santo de Deus guia-nos mansamente a águas tranquilas, pelas veredas da justiça, mesmo quando passamos pelo vale da sombra da morte (Salmos 23). 

Não há muito tempo Deus disse-me que o fruto da minha dor seria maior. E eu creio nisso e declaro o mesmo sobre a tua vida. Não importa que aos olhos dos outros não te pareças com uma rainha, o Rei escolheu-te. E Ele vai-te capacitar. Ele vai-te rodear de pessoas que te vão ajudar a escolher bem. Que  te vão incentivar. Que vão sonhar contigo e que não te vão deixar esquecer do sonho. Que te vão dar a mão e caminhar ao teu lado. Mas, acima de tudo, a Graça e o Favor do Senhor estão contigo e o poder do Seu Espírito fará a diferença na tua vida e isso será palpável. Não deixes de crer. Olha para o Alto. Mantém os teus olhos Naquele que não muda. Mantém os teus olhos no Senhor!  

Shalom!


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(*) Fonte: "O Lugar da Mulher no Judaísmo", Revista de Estudos da Religião, Rabina Sandra Kochmann 

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